World Trade Center foi um complexo de sete prédios edificado em Lower Manhattan, Nova Iorque que foi destruído em 2001 devido aos ataques de 11 de Setembro. Atualmente se encontra em reconstrução no mesmo terreno, com seis novos arranha-céus e um memorial.
O complexo original foi projetado por Minoru Yamasaki na década de 1960 usando o design estrutural de seções tubulares para as torres gêmeas de 110 andares. E para ganhar a aprovação do projeto, o Port Authority of New York and New Jersey concordou em assumir o controle da Hudson & Manhattan Railroad tornando-se a Port Authority Trans-Hudson (PATH). A pedra fundamental do edfício foi lançada no dia 5 de Agosto de 1966. A Torre Norte foi concluída em Dezembro de 1972 e a Torre Sul foi finalizada em Abril de 1973. A Construção do World Trade Center necessitou da escavação de inúmeros metros cúbicos de terra, usados posteriormente na criação do parque Battery Park City, a oeste de Lower Manhattan.
O complexo (as vezes abreviado como WTC e informalmente chamado de Trade Center ou Torres Gêmeas) ficava localizado no coração do centro financeiro de Nova Iorque e tinha 1,24 milhão de m² de espaço de escritório.[1][2] Estima-se que 3% de todos os escritórios de Manhattan ficavam nas torres. O restaurante Windows on the World se encontrava nos andares 106 e 107 da Torre Norte enquanto o deck de observação Top of the World localizava-se no andar 107 da Torre Sul. Os outros edifícios do complexo eram o Marriott World Trade Center; 6 World Trade Center, edifício sede de órgãos do governo; e o 7 World Trade Center, que foi construído em 1980. O World Trade Center pegou fogo parcialmente em 13 de Fevereiro de 1975 e sofreu um ataque a bomba em 26 de Fevereiro de 1993. Em 1998, o Port of Authority decidiu privatizar o complexo, transferindo a administração de todos os edífícios para uma empresa privada, a Silverstein Properties em julho de 2001.
Na manhã de 11 de Setembro de 2001, terroristas ligados ao grupo al-Qaeda jogaram dois Boeing 767 dentro do complexo, num ataque suicida coordenado. 57 minutos após o impacto, a Torre Sul entrou em colapso e ruiu, seguida 29 minutos depois pela Torre Norte, resultando em 2,750 mortes no World Trade Center.[3] O 7 World Trade Center ruiu perto das 17:00 do mesmo dia e os outros edifícios do complexo foram demolidos por estarem muito danificados. O processo de limpeza e recuperação do terreno do World Trade Center durou oito meses. O primeiro edifício do novo complexo foi o 7 World Trade Center, aberto em Maio de 2006. A Lower Manhattan Development Corporation (LMDC), criada em Novembro de 2001 para supervisionar o processo de reconstrução, organizou competições para escolher o melhor projeto. O projeto de Daniel Libeskind, chamado Memory Foundations foi o escolhido, que incluía a torre de 417 metros, a Freedom Tower, três edifícios de escritórios ao longo da Rua Church e um memorial projetado por Michael Arad.
állisson
siga em frente
sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
o mito de narcisio

O mito de Narciso

Narciso era um belo rapaz, filho do deus so rio Céfiso e da ninfa Liríope. Por acasião de seu nascimento, seus pais consultaram o oráculo Tirésias para saber qual seria o destino do menino. A resposta foi que ele teria uma longa vida, se nunca visse a própria face.
Muitas moças e ninfas apaixonaram-se por Narciso, quando ele chegou à idade adulta. Porém, o belo jovem não se interessava por nenhuma delas. A ninfa Eco, uma das mais apaixonadas, não se conformou com a indiferença de Narciso e afastou-se amargurada para um lugar deserto, onde definhou até que somente restaram dela os gemidos. As moças desprezadas pediram aos deuses para vingá-las.
Nêmesis apiedou-se delas e induziu Narciso, depois de uma caçada num dia muito quente, a debruçar-se numa fonte para beber água. Descuidando-se de tudo o mais, ele permaneceu imóvel na contemplação ininterrupta de sua face refletida e assim morreu. No próprio Hades ele tentava ver nas águas do Estige as feições pelas quais se apaixonara.
a tragedia no japão deixam milhares de desaparecidos
Órgãos importantes da imprensa internacional como a BBC, a CNN e o jornal espanhol El Pais deram informações sobre o que seria supostamente a ameaça de mais um problema em um segundo reator na mesma usina de Fukushima.
O mundo inteiro ainda está assombrado com a sequência de imagens assustadoras do terremoto, do tsunami e dos resgates.
Desde o tremor de magnitude 8,9 da sexta-feira, já foram registrados mais de 120 abalos secundários, muitos deles acima dos seis pontos na escala Richter
Uma das situações mais graves é em Minami Sanriku, onde mais da metade da população está desaparecida. Até agora, o governo só localizou 7.500 dos 17 mil habitantes.
Esta era a cidade antes do tsunami. E como ficou, completamente coberta pela água.
O mesmo aconteceu em Minami Soma, e em Rikuzentakada.
Imagens mostram como funcionou o sistema de alerta para tsunami. Após 15 minutos do tremor, alto falantes avisavam a população para que deixassem as casas e procurassem as áreas mais altas na cidade de Kamaishi.
Pouco depois, do alto de um morro, os moradores assistiam à onda gigante invadindo e destruindo a cidade.
Na televisão, os alertas para as ondas gigantes eram dados em várias línguas.
Em Kesennuma, uma cidade de 70 mil habitantes, alguns motoristas tentaram fugir da aproximação do tsunami.
Equipes de resgate não podiam fazer nada. Do alto, observavam enquanto a água invadia o centro da cidade. Arrastava tudo o que havia pela frente - não só carros, mas até casas inteiras.
Nas áreas de montanha cobertas pela neve, o terremoto provocou avalanches que destruíram linhas de trem.
Em muitas partes do norte do Japão, na cidade de Soma, moradores passaram 20 horas isolados até serem levados de helicóptero para abrigos. Um pai reencontrou a filha.
Mas para muitos, sobrou a aflição de procurar nas listas os nomes de parentes. Uma mulher busca filho pequeno, que teria sido arrastado pela água.
No alto de um hospital ilhado, os funcionários pediam socorro para 300 pacientes.
Uma das situações mais graves é em Minami Sanriku, onde mais da metade da população está desaparecida. Até agora, o governo só localizou 7.500 dos 17 mil habitantes.
As equipes de socorro do Japão, as mais bem treinadas do mundo, retiraram dezenas de sobreviventes dos escombros nas últimas 24 horas.
Algumas refinarias continuam em chamas. Pessoas que ficaram presas sobre pontes foram resgatadas de barco, assim como essas crianças de um jardim de infância em Kitahama.
Em Tóquio, muitos trabalhadores que moram fora da capital não conseguiram voltar para casa.
Pela televisão, acompanham as notícias dos resgates e as orientações do governo.
Um trabalhador de 60 anos diz que por mais que haja treinamento, alguma coisa sempre dá errado. Quando a terra treme, não dá pra lembrar de tudo que estava no manual.
O mundo inteiro ainda está assombrado com a sequência de imagens assustadoras do terremoto, do tsunami e dos resgates.
Desde o tremor de magnitude 8,9 da sexta-feira, já foram registrados mais de 120 abalos secundários, muitos deles acima dos seis pontos na escala Richter
Uma das situações mais graves é em Minami Sanriku, onde mais da metade da população está desaparecida. Até agora, o governo só localizou 7.500 dos 17 mil habitantes.
Esta era a cidade antes do tsunami. E como ficou, completamente coberta pela água.
O mesmo aconteceu em Minami Soma, e em Rikuzentakada.
Imagens mostram como funcionou o sistema de alerta para tsunami. Após 15 minutos do tremor, alto falantes avisavam a população para que deixassem as casas e procurassem as áreas mais altas na cidade de Kamaishi.
Pouco depois, do alto de um morro, os moradores assistiam à onda gigante invadindo e destruindo a cidade.
Na televisão, os alertas para as ondas gigantes eram dados em várias línguas.
Em Kesennuma, uma cidade de 70 mil habitantes, alguns motoristas tentaram fugir da aproximação do tsunami.
Equipes de resgate não podiam fazer nada. Do alto, observavam enquanto a água invadia o centro da cidade. Arrastava tudo o que havia pela frente - não só carros, mas até casas inteiras.
Nas áreas de montanha cobertas pela neve, o terremoto provocou avalanches que destruíram linhas de trem.
Em muitas partes do norte do Japão, na cidade de Soma, moradores passaram 20 horas isolados até serem levados de helicóptero para abrigos. Um pai reencontrou a filha.
Mas para muitos, sobrou a aflição de procurar nas listas os nomes de parentes. Uma mulher busca filho pequeno, que teria sido arrastado pela água.
No alto de um hospital ilhado, os funcionários pediam socorro para 300 pacientes.
Uma das situações mais graves é em Minami Sanriku, onde mais da metade da população está desaparecida. Até agora, o governo só localizou 7.500 dos 17 mil habitantes.
As equipes de socorro do Japão, as mais bem treinadas do mundo, retiraram dezenas de sobreviventes dos escombros nas últimas 24 horas.
Algumas refinarias continuam em chamas. Pessoas que ficaram presas sobre pontes foram resgatadas de barco, assim como essas crianças de um jardim de infância em Kitahama.
Em Tóquio, muitos trabalhadores que moram fora da capital não conseguiram voltar para casa.
Pela televisão, acompanham as notícias dos resgates e as orientações do governo.
Um trabalhador de 60 anos diz que por mais que haja treinamento, alguma coisa sempre dá errado. Quando a terra treme, não dá pra lembrar de tudo que estava no manual.
A PRIMEIRA VEZ
A lua quase dourada,
Ali no campo eu e ela,
E não se via mais nada
A pele suave
As ancas expostas
E eu tocando de leve
O macio de suas costas
Não sabendo começar
Olhei o corpo esguio.
Decidi por as mãos
Sobre seu peito macio.
Eu sentia medo
Meu coracao forte batia
Enquanto ela bem lentamente
As firmes pernas abria
Vitoria! Eu consegui!
Tudo entao melhorou.
Pelo menos desta vez
O liquido branco jorrou.
Finalmente tudo acabou,
Mas quase que eu saio de maca
Foi assim a primeira vez
Que eu tirei leite de uma vaca
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